vendarma não so os nossos olhos
como a nossa face, com enfeites de final de ano
amrodacaram nminha boca, para não gritar contra o mundo injusto
contra o ser violento.
amarando minhas mãos, para que eu não documenta-se esse tal terror.
atraram nossos pes, para não caminharmos juntos para a liberdade
sem vontade propria, sem direito de ir nem vir
ninguem, só o povo chora
não ousem nem ao menos sonhar, ou contar essas atrocidades
só admitimos o poder .
automotos servicaes escravos do senhor
fazemos parte do futuro.
mesmo sego, mudo e multilados...
exercitos de robos, controlados por telas quadradas
que nos dominam aos poucos
não impunhamos armas, nem estrategia so um amor belico
um silencio, silencio total
ouvimos sempre nunca falamos do poder,
sem o previlegio do dom da palavra, sem limite
eles sabem por isso eles temem
pesamento dadiva que nos restou
no meio do silencio total, aguardamos ansiosos por um sinal de liberdade
só ouço o ruido do silencio
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