se a raiva que me consome
estupida e fria
que liberta
o tal sentimento esquecido
que empurra ladeira a baixo
o sorriso mal visto
se me deixo dominar
pelo sentimento qualquer
se me empurra goela a baixo
sem ao menos um copo de agua
se me julgam por nada ser
se me transformo
e a raiva que me consome
me come, humilha e me destrói
levemente sentira o peso
o peso amargo da crueldade
é só a raiva que me consumia
somente existia
de raiva me destruiu
pouco a pouco
e a lembrança de pura maldade esta sempre exposta
sempre dentro do meu coração
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