sábado, 24 de maio de 2025

O frescor de uma briza,
O perfume que exala, na mas bela face
Do corpo que me toca, 
Da sensação vivida, que é está aqui,
Não sou merecedor de tanto carinho,
Confesso que tenho algo quebrado, alguma coisa fora do lugar,
No mesmo momento que estou bem, me sinto tão mal,
Meus pensamentos brigam entre eles,
Parece um guerra infinita de pensamentos loucos, memórias, lembranças, tenho não recordar.
Tento me calar, ao ouvir só minha voz, esse peso que me arrasta sem direção,
Quando me deito, me calo, esqueço, a mente adormece e assim me sinto bem,
As vezes t tão frio, tão escuro, tão solitário.
Parece que me arrasto pra um profundo abismo sem saber sair,
Aí me deparo com tantos questionamentos,
Ser forte ou só aparenta ser?
Só Lamento meus pensamentos loucos.
Me entrego nos braços do meu eu,
Me acolho, me recolho me deixo em paz,
Sozinho, com meus pensamentos vagos
Na solitude de uma vida sofrida, erguida na raça, na dor e na esperança.
Me acalmo, relaxo, entrego a ti essas palavras por mim vivida. me sinto só.
Sinto o soprar do ouvido o silêncio do meu eu,
Da agonia, das tristes e das belas lembranças.
Me sinto em paz, é então confuso,
O novo assusta, as pessoas se assustam, me entrego a mim, somente a mim.
Me deixe ser o que sou, te deixo ver o que importa pra vc, por dentro só tem um eu,
Esse eu perdido entre tantos outros.
Respiro, olho a chuva que me acalma,
Sinto aquela vontade de dançar entre as gostas de água que estão a cair,
Me conecto com meu eu, me deixo feliz, mesmo se parecer triste, 
Meu sorriso e livre e espontâneo, verdadeiro ou forçado, simplesmente te deixarei confuso, 
Mas viverei assim, 
Escolhi ser esse eu, por mim vivido 

perdão

O perdão 
Perdoem minhas falhas 
Mesmo aquelas jamais ditas ou cometidas
Só aquelas que pensei, em meus momentos de extrema suicides.
Aquele sentimento ardou que contamina cada passo dado ou pensado,
As vezes percebo a falta do eu, das vontades vividas, 
As vezes sei q estou falhando, em ser eu, em acreditar, em sonhar em brincar 
Meu corpo sangra de um jeito não visto,
O que vc vê não é a pura verdade 
O que eu digo são só palavras lançadas ao vendo,
Enquanto meu corpo chora por dentro,
Sinto a falta, da falta de mim
Quero colo, abraço, conforto.
As vezes parece ser louco,
As vezes possa ser que eu seja, um pouco pensado de mais, nas milhares de maneiras de lidas com meus Eus imaginário.
Desculpa não colocar tudo que tenho em mente,
Pós ela vaga, vaga perdida, iludida e solitária.
Se consegue confundir um louco q sou, imagina turbinar sua mente com tantos e outros problemas meus existentes,
Perdoem minhas falhas,
Não consigo me ajudar, não consigo sonhar, minha mente domina uma sensação não legal do meu eu,
As vezes paro, as vezes me calo, 
E o que vc vê, não é a ponta o ace Berg,
Só o que quero que vc veja, só te peço uma coisa desculpas.