que finjo as vezes deixar me enganar
não condeno ou critico suas escolhas
essa raiva que em ti, por mim sente
esse ar impuro que emana sobre sua parecença
essa inveja germinada e enraizada dentro do seu ser
respire, despreze esse sentimento destruidor
seu abraço frio e calculado
não gosto, nem desgosto
simplesmente me deixo enganar
suas mão frias, seu sentimento, você sedenta de amor e ódio
desacordado pra uma vida sem dor
lamento não ser. só não ser,
me vejo trancado, amordaçado
jogado ao chão impuro e sujo
seu sorriso de prazer, seus dentes rangendo
o medo me domina, me enfraquece. desnorteado e confuso
minhas respiração ofegante, sinto seu cheiro
sinto a sua raiva como se fosse a ultima,
lamento e choro
me entrego ao passamento da vida, das lagrimas escorridas
a dor por mim então vivida
julgando e condenado como um nada.
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