sinto o cheiro da tua terra molhada
da tua mata fechada, escondendo o mas belo dos belos
o presente pra te dada, mas para ser admirada e preservada
adiro-me do teu peito, me deleito de tamanha bravura
me sinto eu e mais ninguém
sentado, apreciando as aguas jorrando
sua belas curavas rochosas, entre elas a imensidão de um paraíso
aguas a jorrar e eu me deleitando, debaixo de suas rochas
me molhando de tanto prazer
meu corpo vibra, meu corpo implora que fique um pouco mais
adentro entre seus fechos,
uma caverna majestosa,
coberta por musgos, cobrindo a faixada torando a entrada uma perfeição
estão bela me sente dentro de ti
agradecer a natureza, por me conceder tamanha proeza
me deleito, me deito
com seus melhores prazer, me deito e adormeço
agradeço e me retiro satisfeito contando os dias
para quem sabe me outro momento ou outra vida
eu aproveitar tamanha fartura.
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