As vezes a vida pode ser tão cruel
Transformando um simples homem sonhador
Em um monstro sentimental
Com palavras, que rasga a alma, cortando o coração
Criando uma indignação.
As vezes deixo-me viver
Não tenho culpa me apaixono, sim, gosto, amo...
Quero, abraço, tiro do seu peito a vontade de não me ter
Te conquisto, sou esquisito confesso que sou.
Mas tudo passa até as emoções,
Depois de me amar, de me querer
Chega a tal sonhada hora de transcender, de esquecer.
De seguir o rumo de cortar o caminho,
Pós já não me tem
Não me quero, procuro conquistar outros mundos, me entregar
a outras vidas
Não é nada com você é só que chegou a hora, hora que
confesso querer parar
Mas como não tenho controle sobre o tempo, nem minhas
emoções
Me torno um monstro sentimental
Que pretende seguir outros caminhos
Caminhos que não seja os seus
Os meus ou de outros,
Caminhos ainda não traçados por um tempo não determinados
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