Parei, respirei, senti o vento frio acariciar meu rosto
Senti suas mãos acariciando meu corpo
Não foi só um momento, não sei bem explicar
Mas o tempo parecia parar, cada vez que meu corpo era
conduzido a um transe mental
Um caminho sem volta, mas mesmo que tivesse, não iria voltar
Pós era bom, e como era. Tão bom que mesmo depois ainda
lembro
Seu corpo nu, aquecendo meu corpo nas noites frias,
As curvas de seu corpo, que me conduzia em um sintonia
anormal
Era tão louco, tão inexplicavelmente perfeito que era difícil
de acreditar
Mas estava ali, naquele momento, que momento!
Depois de me entregar, de me jogar numa poça d'agua, que
sempre via do meu 5º andar
Me joguei sem pena, sem medo.
Pois era pleno era perfeito, Mas a perfeição acabou.
Acordei não te vi, nem te senti, a porta aberta, só o vendo me
abraçando e me fazendo lembrar.
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