Dos versos cantados, rimados ou jogado ao vento como uma folha de papel,
Me entrego nas palavras, no que eu sinto ou em situações que poderias ser vividas,
Ouça com atenção nas palavras cantaroladas, escritas com falhas, erros e defeitos
Dessa mão fria, trêmula e calejada
Palavras vivas, que vai sobreviver o meu eu e o você
Lamentarei o dia em que me silenciar
As frases não vão mais surgir
A lembrança vai deixar de existir
Aos mãos vão se esquecer como deve escrever
Vou esquecer do que fiz, do que não fiz
Do meu eu, claramente do meu eu
E de você.
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