sábado, 24 de maio de 2025

Me entrego nos braços do meu eu,
Me acolho, me recolho me deixo em paz,
Sozinho, com meus pensamentos vagos
Na solitude de uma vida sofrida, erguida na raça, na dor e na esperança.
Me acalmo, relaxo, entrego a ti essas palavras por mim vivida. me sinto só.
Sinto o soprar do ouvido o silêncio do meu eu,
Da agonia, das tristes e das belas lembranças.
Me sinto em paz, é então confuso,
O novo assusta, as pessoas se assustam, me entrego a mim, somente a mim.
Me deixe ser o que sou, te deixo ver o que importa pra vc, por dentro só tem um eu,
Esse eu perdido entre tantos outros.
Respiro, olho a chuva que me acalma,
Sinto aquela vontade de dançar entre as gostas de água que estão a cair,
Me conecto com meu eu, me deixo feliz, mesmo se parecer triste, 
Meu sorriso e livre e espontâneo, verdadeiro ou forçado, simplesmente te deixarei confuso, 
Mas viverei assim, 
Escolhi ser esse eu, por mim vivido 

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